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Tribunal Regional do Trabalho - 9ªRegião

Tribunal Regional do Trabalho 9ª Região

Página gerada em: 10/06/2026 05:07:05

Institucional - Histórico

 

 

 


ESCOLA JUDICIAL




A criação da Escola de Administração Judiciária - EAJ, foi aprovada pelo Órgão Especial do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná-9ª Região, em 29 de novembro de 2004 (RA 127/2004), e seu Regulamento Interno em 28 de março de 2005 (RA 31/2005). As instalações foram inauguradas pelo então Presidente do Tribunal, Fernando Eizo Ono, em 05 de dezembro de 2005, com área de 456,73m2, no Edifício Anexo Administrativo, Fórum da Justiça do Trabalho de Primeiro Grau de Curitiba (Avenida Vicente Machado, nº 400, térreo).

O Regulamento Interno da Escola de Administração Judiciária recebeu alterações pela RA 056/2007 e pela vigente RA 056/2099 do Órgão Especial.

A RA 057/2009 do Órgão Especial aprovou o Projeto Pedagógico 2009/2010 da Escola Judicial

Observada a Recomendação nº 01/2009 da ENAMAT, passou a receber a denominação "Escola Judicial" uniformizada para os integrantes do Sistema Integrado de Formação de Magistrados do Trabalho - SIFMT. A instituição atua em conjunto com a Escola Nacional de Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho - ENAMAT, conforme previsto na Emenda Constitucional 45/2004.

Conselho Administrativo


Os primeiros membros eleitos para compor o Conselho Administrativo da Escola foram os excelentíssimos desembargadores Ney José de Freitas, Diretor, Dirceu Buyz Pinto Júnior, Coordenador, e Rosalie Michaele Bacila Batista, os excelentíssimos juízes Eduardo Milléo Baracat, representando os juízes titulares e José Mario Kohler, representando os juízes substitutos.

Para o biênio 2006/2007, em 28 de novembro de 2005 (RA 180), foram eleitos para o Conselho Administrativo os excelentíssimos desembargadores Ney José de Freitas, Diretor, Célio Horst Waldraff, Coordenador, e Rosemarie Diedrichs Pimpão, excelentíssimos juízes Eduardo Milléo Baracat, representante dos titulares e Fernando Hoffmann, representante dos substitutos.

No decorrer do biênio 2006/2007, compuseram ainda o Conselho Administrativo da EAJ os excelentíssimos desembargadores,  Ney José de Freitas, como Diretor,  Arnor Lima Neto, como Vice-Diretor;  Célio Horst Waldraff, Coordenador e a excelentíssima juíza titular  de 1º Grau, Odete Grasselli, como Vice-Coordenadora, a excelentíssima desembargadora Rosemarie Diedrichs Pimpão, assim como  Paulo Ricardo Pozzolo, representante dos juízes titulares de 1ª Instância e Luciano Augusto de Toledo Coelho, representante dos juízes substitutos. 

Compuseram o Conselho Administrativo da Escola Judicial, para o biênio de 2008/2009 (RA 187/2007), os excelentíssimos desembargadores federais do Trabalho Rosemarie Diedrichs Pimpão, Diretora, Arnor Lima Neto, Vice-Diretor, Arion Mazurkevic, Coordenador, o excelentíssimo juiz titular de Vara do Trabalho Reginaldo Melhado, Vice-Coordenador, o excelentíssimo desembargador federal do Trabalho Dirceu B. Pinto Júnior e os excelentíssimos juízes Leonardo Vieira Wandelli (titular de Vara do Trabalho) e Luciano Augusto de Toledo Coelho (juiz substituto).

Tal composição sofreu alterações em março de 2009 e de junho de 2009, de modo que integraram até dezembro de 2009 o Conselho Administrativo da Escola Judicial os excelentíssimos desembargadores federais do Trabalho Rosemarie Diedrichs Pimpão (Diretora), Altino Pedrozo dos Santos (Vice-Diretor), Arnor Lima Neto (Coordenador) e o excelentíssimo juiz substituto de Vara do Trabalho Luciano Augusto de Toledo Coelho (Vice-Coordenador), os excelentíssimos desembargadores federais do Trabalho Dirceu B. Pinto Júnior e Edmilson Antônio de Lima, os excelentíssimos juízes do Trabalho Leonardo Vieira Wandelli, Cássio Colombo Filho e as excelentíssimas juízas substitutas do Trabalho Nancy Mahra de Medeiros Nicholas Oliveira e Hilda Maria Brzezinski da Cunha Nogueira.

A Resolução Administrativa nº 146/2009 do Órgão Especial aprovou os integrantes do Conselho Administrativa da Escola Judicial para o biênio 2010-2011: os excelentíssimos Desembargadores Luiz Eduardo Gunther (Diretor), Dirceu Buys Pinto Junior (Vice-Diretor) e os excelentíssimos Juízes Titulares Reginaldo Melhado (Coordenador) e Eduardo Milléo Baracat (Vice-Coordenador); sendo ainda Conselheiros, desembargadores Marlene Teresinha Fuverki Suguimatsu e Ubirajara Carlos Mendes; representando os Juízes Titulares Ilse Marcelina Bernardi Lora e Cássio Colombo Filho; representando os Juízes Substitutos Nancy Mahra de Medeiros Nicolas Oliveira e Luciano Augusto de Toledo Coelho.

A Resolução Administrativa nº 116/2011 do Órgão Especial aprovou os integrantes do Conselho Administrativo da Escola Judicial para o biênio 2012-2013: as excelentíssimas Desembargadoras Marlene Teresinha Fuverki Suguimatsu (Diretora), Ana Carolina Zaina (Vice-Diretora) e os excelentíssimos Juízes Titulares Paulo Henrique Kretzschmar e Conti (Coordenador) e Eduardo Milléo Baracat (Vice-Coordenador); sendo ainda Conselheiros, desembargadores Arion Mazurkevic e Nair Maria Ramos Gubert; representando os Juízes Titulares Cássio Colombo Filho e Valéria Rodrigues Franco da Rocha; representando os Juízes Substitutos Lourival Barão Marques Filho e Rafael Gustavo Palumbo.

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Missão: Promover formação inicial e continuada de Juízes e servidores de modo a viabilizar a prestação jurisdicional com qualidade, agilidade, e uso responsável dos recursos, segundo os princípios do Estado Democrático do Direito.


Objetivo Geral
: Promover formação inicial e continuada tecnicamente adequada e eticamente humanizada para Juízes do Trabalho e Servidores, voltada para a defesa dos princípios do Estado Democrático de Direito e comprometida com a solução justa dos conflitos.

 

Objetivos Específicos:
a. a formação e o aprimoramento profissional contínuo dos magistrados e servidores, como fim de implementar níveis mais elevados de eficiência em todas as atividades relativas à prestação jurisdicional;
b. a elaboração e execução de programas de capacitação de recursos humanos nas áreas administrativa e judiciária da Justiça do Trabalho da 9ª Região;
c. a promoção de estudos e difusão do conhecimento sobre gestão do Judiciário, buscando a racionalização, simplificação e padronização dos procedimentos judiciais e administrativos;
d. a colaboração com a Comissão de Vitaliciedade no acompanhamento e na avaliação de juízes substitutos para efeito de vitaliciamento.

Finalidades. A Escola Judicial teve suas finalidades aperfeiçoadas e ampliadas pela aprovação do Regulamento Interno, conforme Resolução Administrativa 56/2009, do Órgão Especial, de 25/05/2009. São elas:

a. identificar, planejar, organizar, coordenar, executar e avaliar a política permanente de desenvolvimento das pessoas, da organização e suas unidades, atendendo às diretrizes traçadas pela administração do Tribunal;

b. buscar mudanças de comportamento positivas com vistas à melhoria do espírito de equipe e da criatividade;

c. diagnosticar necessidades de treinamento;

d. elaborar, coordenar, implementar e avaliar programas de treinamento, em comum acordo com os dirigentes das unidades envolvidas;

e. promover eventos específicos internos, externos, presenciais e à distância, visando o desenvolvimento das pessoas que atendam às diretrizes prefixadas pela administração do Tribunal;

f. buscar mudanças de comportamento positivas visando à melhoria do espírito de equipe e da criatividade;

g. desenvolver atividades e orientações tendentes ao bom êxito dos eventos, relacionadas principalmente com a escolha dos instrutores, alocação, equipamentos, material didático, alimentação, deslocamento e alojamento dos participantes;

h. promover treinamento para iniciantes, orientando-os quanto aos aspectos legais, funcionais e hierárquicos relativos à função e quanto aos objetivos e missão da Justiça do Trabalho da 9ª Região;

i. organizar cadastro de servidores, juízes e profissionais habilitados a ministrar cursos e atuar na docência e instrução de eventos dirigidos ao desenvolvimento de pessoas;

j. propor mecanismos de retribuição ao trabalho de instrutores que façam parte do quadro do Tribunal;

k. sugerir tabelas de honorários para instrutores internos e externos, conferencistas, consultores e colaboradores eventuais;

l. coordenar os procedimentos de admissão, ambientação, supervisão, apresentação de relatórios, avaliações, freqüência e desligamento de estagiários, bem como de orientação aos seus supervisores;

m. elaborar e divulgar cronogramas de eventos;

n. acompanhar a participação de pessoas em eventos, propondo regras que conduzam à certificação da freqüência e à melhor disseminação dos conhecimentos adquiridos;

o. manter banco de dados de apostilas, programas, imagens, manuais de cursos e outros instrumentos didático-pedagógicos;

p. expedir certificados de aprovação ou participação em cursos e outros eventos promovidos.