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Profissionais da saúde avaliarão proposta da FEAES

Audiência foi conduzida pelo desembargador Cássio Colombo Filho

Trabalhadores da área de saúde que prestam serviço nas unidades da Fundação Estatal de Atenção Especializada em Saúde de Curitiba - FEAES decidirão em assembleia se aceitam ou não proposta feita pela Fundação em audiência realizada na sede do TRT do Paraná na quinta-feira (13). O pedido foi feito pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Curitiba e Região - SINDESC ao desembargador Cássio Colombo Filho, que presidiu a sessão.

Um dos principais pontos de discussão levados ao dissídio diz respeito à criação de um Plano de Cargos e Salários (PCS) para a categoria dos trabalhadores. Durante a audiência, a presidente do SINDESC sugeriu que a formatação do PCS deve partir do atendimento aos seguintes itens:

- Carreira profissional e ascensão profissional;
- Benefícios por qualificação e capacitação;
- Progressão por mérito e por tempo de serviço;
- Progressão vertical e horizontal;
- Benefícios por desempenho e assiduidade.

Um calendário foi também discutido, segundo o qual até o dia 17/07 a FEAES apresentaria aos trabalhadores a sua proposta de PCS. Esta proposta seria analisada pelo SINDESC em 15 dias e, a partir daí, seria formada uma comissão paritária para continuarem os estudos voltados à criação conjunta do plano, com acompanhamento do Ministério Público do Trabalho.

O abono das faltas referentes aos dias de paralisação, o perdão da multa por descumprimento dos percentuais mínimos de ocupação dos postos de trabalho durante a greve e o compromisso pela não punição administrativa dos grevistas foram outros tópicos discutidos na sessão desta quinta-feira.

Dentro das propostas a serem analisadas pelos trabalhadores, a FEAES se dispôs a prosseguir com as negociações quanto ao plano de cargos e salários, conforme sugerido pelo SINDESC, bem como abonar as faltas relativas aos dias 10, 12 e 13 de julho de 2017, independentemente de compensação.

Quanto ao dia 11 de julho, em que se alegou que os grevistas deixaram de prestar atendimento, durante o turno da noite, na UTI do hospital Zilda Arns, a Fundação faria as apurações administrativas cabíveis para o caso e procederia ao desconto no salário apenas daqueles trabalhadores que deveriam cumprir o percentual mínimo exigido pela Justiça. Este percentual está fixado em 50% da lotação para os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) e em 70% para os setores de internamento. Em relação à multa a ser aplicada ao SINDESC, a FEAES também concordaria com a anulação da penalidade.

Diante da possibilidade de evolução da situação para uma composição amigável, o desembargador Cássio Colombo Filho determinou que o SINDESC informe nos autos sobre o resultado da assembleia de trabalhadores, em 24 horas, para que a Justiça do Trabalho possa tomar as medidas cabíveis com base nas deliberações firmadas.

Acesse AQUI a ata de audiência referente ao processo DCG 0001080-32.2017.5.09.0000.

O vídeo gravado da sessão pode ser assistido AQUI.

Notícia publicada em 13/07/2017
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